segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Coisas da vida: Estar num relacionamento


Dia desses completei seis meses de namoro com meu boy, que chamei de Alexandre aqui no blog (pra quem não sabe, todos os nomes usados aqui, inclusive o meu, são pseudônimos, mas todos os acontecimentos são reais). Antes de conhecê-lo, eu só podia imaginar o que era se envolver e estar num relacionamento, mas no decorrer desse meio ano eu aprendi tanto, que eu acho que devia compartilhar aqui.

Amar é diferente de tudo que eu imaginei. E estar num relacionamento também. São tantas felicidades e perrengues, mas no fim, tudo serve para nosso crescimento, tanto pessoal como de casal.

Música não tem nada a ver com o post, mas eu acho massa :p

Sabe... aprendi que todas aquelas historinhas de contos de fadas, filmes de comédias românticas, ou até mesmo alguns dramas românticos, não passavam de historinhas. Se apaixonar é "fácil", mas manter um relacionamento que é a trabalheira. É preciso muito amor, cumplicidade, compreensão e sacrifício para seguir em frente.

Sabe quando você tem todos seus fantasmas, sombras, paranoias e expectativas próprias? Agora você tem os fantasmas, sombras, paranoias e expectativas de duas pessoas para lidar. Mas também tem as conquistas e felicidades para compartilhar. Amar não é fraquejar na primeira dificuldade, terminar na primeira discussão. Amar é suportar as cargas, ser fiel às seus ideis, defender seu ponto de vista, mas saber ceder e tentar entender o outro lado sempre. E, quem sabe, mudar de ideia sobre certas velhas opiniões formadas sobre tudo. É sempre bom mudar de opinião e ponto de vista.

Amar é ser amável mesmo quando se dá a pior das broncas ou puxões de orelha. E não, um relacionamento não é só flores e sorrisos. Tem lágrimas e pedras no caminho que, com sabedoria, servem para construir e solidificar ainda mais o namoro. Namoro não é só beijinho e sexo. Namorar é apoiar as decisões, estar do lado nos momentos difíceis e nos fáceis também. Ser apoio e suporte. E deixar-se apoiar e ser humilde para aceitar ajuda.

Amar é comprometer-se a lutar contra fantasmas do passado e não querer fazer tudo sozinho, deixar que os punhos se juntem para bater com mais força e os braços se juntem para carregar o peso com mais leveza. Às vezes alguns pedaços do caminho podem parecer ser mais difíceis, mas garanto que, com confiança e parceria, tudo fica muito melhor depois.

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Este texto foi tão difícil de botar pra fora... não porque eu não sinta e acredite em cada palavra que eu disse, mas porque não quero que o post pareça um daqueles manuais que parecem trechos de livros de auto-ajuda, sabe... não era com essa proposta que comecei a escrever... :/

Sei que ficou um texto sem final, sem conclusão, acabando na metade. Mas deixo aqui o registro. Acho importante até esses pensamentos soltos, rascunhos incompletos. Não posso nem dizer o quanto que textos assim em blogs que acompanhava e/ou acompanho me ajudaram em minha jornada pessoal. Espero conseguir ajudar alguém em sua jornada também.

Beijos, abraços e prometo escrever um texto melhor na próxima!

PS: escrevi uma espécie de conclusão para esse texto, no fim das contas. Clique aqui para conferir!

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Coisas da Vida: Deus


É um assunto sobre o qual tenho refletido muito nos últimos tempos. Não sei o que me levou a pensar sobre isso... talvez as pessoas que conheci, as conversas que eu tive, as leituras que realizei, os preconceitos que derrubei na minha cabeça... realmente não sei. Mas isso não vem lá muito ao caso. O fato é que tenho refletido acerca disso.

Aleluia, Hare Krishna, Epa epa Babá...... Vale tudo :)

Curioso que, por boa parte da minha vida, me considerei ateu. Sou batizado, catequizado e crismado pela igreja católica. Mas realizava essas formalidades mais por causa dos meus pais, pois, por dentro, eu vivia me perguntando sobre as tantas contradições que são ditas nas missas, cultos, sermões, em tudo.

Sabe... sempre achei estranhíssimo como um deus que deveria ser justo e misericordioso destrói cidades inteiras, inunda o mundo, num genocídio notável, manda o pai matar o próprio filho só pra provar sua fé, entre outras atrocidades. E pior ainda era como as pessoas usavam isso tudo a seu bel-prazer. Como alguns trechos eram convenientemente metáforas, enquanto outros eram "claramente" (só que não), literais, afinal, era assim que era e assim que devia ser.

Achava um absurdo que seguidores do homem que era a divindade encarnada, que pregava o amor sobre todas as coisas, conseguiam ser tão intolerantes, tão mente fechada, tão.... tão não-amor.

E via tanta gente sofrer por questão da sua sexualidade, que "a religião não permite" e tantas outras coisas que faziam a própria pessoa se flagelar e se marginalizar à sociedade.

Pra ser sincero... acho que religiões não levam ninguém a lugar nenhum. Não, não sou ateu. Acho que nunca fui, apesar de ter acreditado que era. Mas eu creio sim que tem uma força que rege tudo, mas isso vai muito além do que nossa vã filosofia consegue explicar. Mas religiões, pelo menos no modelo em que se apresentam hoje em dia, só vão levar o homem a mais ignorância, sofrimento, intolerância e segregação.

Penso que ter um lado espiritual é essencial, mas não é mandatório. Acho que cada pessoa tem o direito de acreditar - ou não acreditar - no que bem entender. E, se acreditar, que faça de forma lógica e ponderada. Não vamos engolir tudo que nos é dito aí! Vamos refletir as coisas antes de ficar propagando qualquer bobagem que nos é enfiada goela abaixo.

O Deus em que eu acredito, é o Deus-amor, que ama a todas as suas criações e não é mesquinho para se preocupar com detalhezinhos que cada um faz com sua vida. Pecados não são convenções escritas num livro de milênios de idade ou invenções que se derivam desse livro. Pecado é aquilo que te desvirtua do caminho do amor. Se você é bom, é justo, generoso, altruísta, não importa se você é cristão, judeu, ateu, gay, rico, pobre, se tem seguro de vida, medo de escuro, alergia a camarão ou ojeriza a Los Hermanos. Você é um ser do bem e Deus te ama mesmo assim.

E olha que ele te amaria mesmo se você fosse mau! Ou se gostasse de Crepúsculo. Só que ficaria triste por você.

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Bom, galera. Quase seis meses de abstenção, mas estou de volta. Não queria ter ficado tanto tempo sem postar assim, mas é que tive uns rolos na minha vida de estudante, que me fizeram me afastar disso aqui. E eu tenho um sério problema pra pegar no tranco. Depois que começo, eu pego embalo, mas se eu paro, é uma dificuldade voltar. Entretanto, estou me esforçando aqui para não sumir e continuar escrevendo textos.

Minha vida tá linda! É tão bom quando as coisas andam e você sai daquele buraco do qual você pensou que nunca ia sair!!! Muito bom mesmo. Claro que não está perfeito e nem nunca vai estar. Mas está melhor do que nunca e pior do que amanhã! Tenho certeza disso. :)

Depois posso discorrer mais disso, se eu estiver afim.

Bjs abs fmz ftw asl snl omg e todas essas siglas que eu nem sei o que significa.

Até a próxima!!!

sábado, 16 de março de 2013

Coisas da Vida - Preconceito, hipocrisia e males à sociedade

Brasil, um pais de oportunidade. Onde a diferença e a diversidade são características marcantes e profundamente valorizadas... Bom... todos sabemos que não é bem assim, não é?

"Te chamam de ladrão, de bicha, maconheiro!
Transformam um País inteiro num puteiro, pois assim se ganha mais dinheiro!
A tua piscina está cheia de ratos, tuas ideias não correspondem aos fatos"

Num país que se diz mulato, que diz que abraça sua origem africana, mas o negro ainda ganha significativamente menos que o branco e ainda somos rodeados de expressões como "dia de branco", querendo dizer dia de trabalho ou "trabalho de preto" querendo dizer trabalho preguiçoso e/ou mal-feito, hemos de convir que questões como o preconceito étnico (me recuso a usar a expressão "racismo" ou "preconceito racial") não são águas passadas.

E se a questão do homem negro, uma luta tão antiga, ainda é tão mal-resolvida, o que vamos dizer da questão da homossexualidade, uma luta que já é até antiga, mas cuja visibilidade é tão recente...

Hipocrisia é realmente um grande nome aqui por essas bandas. Eu acho incrível como o lado opressor consegue virar a mesa e se vitimizar. De repente, é o gay que é agressivo, é o homossexual que quer "impor" seu "estilo de vida" e "converter" os heterossexuais. É... até hoje não vi um garoto espancado e deixado à margem da sociedade porque gosta de comer buceta...

E pessoas que não seguem metade dos ensinamentos de suas religiões ficam inventando motivos cristãos para justificar o erro que é o homossexualismo. E usam de base um mesmo livro da bíblia que diz besteiras ultrapassadas e absurdos, como por exemplo, que cortar os pêlos do corpo é pecado. Bom... sempre vejo os pastores e padres de barba muito bem feita e cabelos muito bem cortados... Vai entender.

Eles dizem adorar um mesmo Jesus que disse "amai ao próximo como a si mesmo", mas adoram através de palavras de ódio e discriminação. Nem prostitutas foram tratadas por Ele com tanto repúdio. E, se prostitutas não são muito bem vistas nem hoje, imagina naquela época!!!

E isso (e váááárias outras coisas) nem é o problema que eu queria tratar nesse texto. Eu só queria dizer o tanto que todo esse ódio, todo esse repúdio é cruel para a própria sociedade, para a própria humanidade. Sabe... um mundo onde pai e filho não podem demonstrar carinho público e já são brutalmente agredidos por parecerem ser homossexuais é um absurdo inaceitável! Imagina só! E "imagina" é até o verbo errado, pois todos sabem muito bem que isso de fato aconteceu!!! PARA ONDE ESTÁ CAMINHANDO ESSA HUMANIDADE??? AMOR VIROU MOTIVO PARA ÓDIO??? UM PAI NÃO PODE ABRAÇAR UM FILHO???

Além de instituições, como a Igreja (católica, evangélica, tudo que é coisa...) que, apesar de muita treta rolar nos bastidores, tem vertentes, propostas e projetos muito válidos, de caridade e fraternidade e todas essas coisas, ficam com a imagem manchada e desgastada por toda essa propagação de uma mensagem toda distorcida, só para tentar fundamentar os ideais de preconceitos, julgamentos e, uma palavra que estou usando bastante neste texto: ódio.

Sabe... é preocupação demais por uma "besteirinha" que as pessoas fazem entre quatro paredes. Uma pessoa não é homossexual no trabalho. Uma pessoa não é homossexual esperando na fila de um banco. Uma pessoa não é homossexual assistindo a uma missa ou culto. A pessoa não está num ato sexual em toda mínima ação do seu dia-a-dia. Por que o que ela faz num quarto fechado, fora da visão de todo mundo conta tanto assim pra tanta gente? Não dá pra entender.

E mesmo o que se faz em público, se não passar de pegar na mão, de carícias ou beijos ternos, não vejo problema. É só uma demonstração de carinho, pô! O que tem de tão errado com carinho? Carinho não necessariamente quer dizer sexo e, tendo um pouco de noção, para não ficar se pegando loucamente como se não houvesse amanhã em público (e isso eu digo tanto homo quanto hétero), tudo é permitido.

Uma mesma sociedade que acha lindo uma criança de quatro, cinco anos dançando na boquinha da garrafa (ah, os anos 90...), ou Créu (ah, os anos 2000...) ou seja lá o sucesso pornô que tá rolando hoje em dia, mas vê muito problema em dois jovens garotos (ou duas jovens garotas) segurando as mãos ou trocando selinhos... é pura hipocrisia, vai!

Falta às pessoas mais reflexão. Às vezes elas só alimentam tanto um ódio e preconceito por pura ignorância e preguiça de pensar. É claro! Tudo já é tão mastigadinho pela TV, pelos padres/pastores e por tudo, que nem é preciso se dar ao trabalho de refletir... ou mesmo de ler e interpretar a bíblia por conta própria. Ou realmente conhecer um pouquinho a realidade gay para poder dizer alguma coisa com propriedade. Pensar pra quê?!?! Já tem milhares de pessoas/mídias que podem fazer isso por nós...

E assim caminha a humanidade... para trás.

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Pois é, galera... esse post eu tô escrevendo há bastante tempo e finalmente concluí. Acabou falando de mais coisa que eu queria e não consegui focar tanto assim no tema que eu queria (como o fato dos pai e filho espancados), mas acho que ficou um bom texto no fim das contas.

Sinto muito pelo texto gigantesco, mas não consegui ser mais conciso que isso :s

Eu queria postar com mais frequência, mas minha vida meio que saiu dos eixos e eu tô tentando colocar de volta. Nem é nada grave. É só questão de gestão de tempo mesmo... Mas agradeço aos leitores e leitoras (se tiver alguma :D ) por se darem ao trabalho de ler todas essas minhas ideias soltas.

Beijos, abraços e até a próxima!

sexta-feira, 8 de março de 2013

Coisas da Vida - Voltando do Sumiço

Sumi, né? Essas últimas três semanas me tiraram do sério. Muita correria. Não tive tempo de passar por aqui pra escrever um texto decente. Eu até consegui entrar pra comentar uma vez ou outra em blogs que eu acompanho, mas tem um monte de leitura pendente ainda.

Fica parecendo que eu abandonei aqui, sei lá... mas tô sempre por perto. Hoje bateu essa vontade de escrever e botar pra fora o que der na telha. Geralmente escrevo os textos no bloco de notas. Demoro algumas horas, em algumas raras ocasiões, dias, desenvolvendo o texto, lutando contra meu déficit de atenção ou então reestruturando o texto, adicionando um adjetivo, verificando alguma ambiguidade ou um monte de coisa. Desta vez, estou escrevendo diretamente no editor do Blogger. Pra falar a verdade, eu não faço ideia do porquê de eu fazer o texto no bloco de notas. Coisa de doido mesmo.

Nem sei o que escrever direito... tenho algumas ideias de textos, mas as desenvolverei mais tarde. Hoje só quero falar. Falar de quê? Sei lá...


Me pego ouvindo Adele. Quanto tempo eu fiquei sem ouvir por puro preconceito. "É só coisa de momento. Daqui a pouco ninguém sabe quem essa é", é o que eu costumava pensar. Mas a guria é boa! Nem tenho certeza ainda se realmente gosto dela, mas adoro esse clima melancólico que tem nas suas canções. Melancolia é comigo mesmo. Mesmo quando estou feliz, tem aqueles momentos que me vejo naqueles pensamentos profundos... Tipo hoje.


Sei lá... eu geralmente culpo a cidade, mas acho que sou eu que sou assim. Meio distante. Excessivamente na minha. Ultimamente eu tenho até estado bastante comunicativo. Converso com as pessoas, me divirto e sou divertido também. Mas, no fim das contas, me vejo sozinho em casa, sem ninguém pra chamar pra sair e nem quem eu possa chamar pra sair, nem que seja só pra bater uns papos. Cadê meus brothers? Meus amigos? Eu ainda tenho algum?

É difícil se sentir tão isolado na cidade. O cara que eu mais curto está muito longe. Queria que fosse tão fácil quanto pegar o primeiro ônibus coletivo para estar do lado dele, mas as coisas nunca são tão fáceis. Estaremos novamente juntos em breve e estou cheio de ansiedade! Talvez seja por isso que eu esteja nesse turbilhão de emoções. Ou talvez seja todo o resto. Uma hora estou ultra feliz. Na próxima, estou super down. Daqui a pouco, estou de boa e assim segue. Ai, que confusão...

Só que eu tô perdendo... o que eu tô perdendo? Não sei. Só sei que tem alguma coisa da qual eu sinto muita falta e parece que está indo e eu tô ficando. Será que isso é loucura demais? E eu, que já estou tão bem, já evoluí tanto desde o ano passado, por que eu fico sentindo que eu tô regredindo? Essa sanfona emocional cansa. Se eu fosse mulher, poderia culpar a TPM e todas essas questões hormonais, mas eu sou homem e não tenho dessas coisas. Tudo é aqui no cabeção mesmo. Tudo é coisa que eu mesmo tenho que resolver comigo mesmo. E como eu farei isso, eu não tenho a mínima ideia.

Bom... acho que por hoje é só. Um texto só e sem comentários finais.

Beijos, abraços e até a próxima!

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Coisas da Vida: Sinceridade

Pode ser que tudo que essa minha postura me faça levar um tapa na cara supremo algum dia aí na vida, mas faz um tempo que eu decidi ser o máximo sincero possível. E isso inclui ser completamente sincero em alguns casos.


Sabe... o mundo está doente. Doente de uma maneira que é difícil ver saída. As aparências e primeiras impressões são o que mais importa. Títulos são mais importantes que vivência. Um pedaço de papel é mais importante que um olhar, um sorriso. Tudo precisa ser feito numa velocidade tão absurda que não dá nem tempo para apreciar a paisagem e ouvir o canto dos pássaros. É preciso fazer e saber cada vez mais coisas ao mesmo tempo e em menos tempo. E cada vez mais cedo! Isso dá tanto pano pra manga que eu poderia fazer várias postagens só sobre o assunto. Talvez um dia eu escreva alguma(s).

Acontece que as pessoas não querem sinceridade. Elas querem continuar se iludindo que seus mundinhos são perfeitos e suas ações são impecáveis. Sabe... eu não estou falando daquela sinceridade ríspida e venenosa não. Estou falando de uma sinceridade gentil e, bom... sincera. Afinal, aquela verdade que vem cheia de farpas e lâminas não é bem uma sinceridade, não é? Olhando por esse lado, dá até pra entender o que o poeta quis dizer com "mentiras sinceras".

Sabe... mesmo se for pensar em trabalho, eu quero um dia ser o máximo sincero, nem que pra isso eu tenha que ser o meu próprio chefe. Ah, mas eu chego lá! É um saco ter que ficando agradando eguinhos e pisando em ovos em tudo que você for ter que fazer.

Sabe... até bem pouco tempo atrás, eu trabalhava com um pessoal que também era muito amigo meu. Eles diziam que prezavam sinceridade e tals, até que um dia, ao entregar a sinceridade que era supostamente desejada, eu acabei sendo punido por isso. Eu via (e ainda vejo) o barco enchendo de água e sei que, se continuarem do jeito que estão, vão afundar feio. Pelo menos eu já abandonei o navio e não afundarei junto. Depois eles nem venham dizer que não avisei. Agora eu vou navegando meio só, mas me sinto muito melhor comigo mesmo. E logo logo serei capaz de comandar meu próprio navio, que já está em construção. Isso é uma história que posso descrever mais a fundo num próximo post.

E quando se fala em relacionamentos?!?! Aí sim que essa sinceridade se aplica ao máximo! Você deveria ter o direito de ser 100% sincero pelo menos para as pessoas que realmente te importam. Se você não pode ser sincero nem com seu(sua) melhor amigo(a), então alguma coisa está bem errada. Se você não pode ser sincero com seu namorado(a) (ou rolo, amizade colorida, etc), então, nem se fala! Sinceridade é um dos constituintes da confiança e a confiança é a base de qualquer relacionamento saudável. Eu, felizmente, estou num relacionamento baseado em confiança e eu prezo isso profundamente!

Sabe... toda essa vontade de externar essa sinceridade só pode vir com verdade se você estiver também sendo sincero consigo mesmo. Essa, aliás, é a mais importante de todas as sinceridades. Você pode até ser mais cauteloso que eu quando se fala em sinceridade no mundo exterior, mas quando se fala de você mesmo, a sinceridade é essencial. E isso eu estou finalmente conseguindo ser! Depois de passar por um mau bocado, eu sei que estou conseguindo ser sincero comigo mesmo.

Talvez toda essa externação da sinceridade seja um ato de uma ingenuidade sem tamanho, uma inocência perigosa que ainda vai me fazer quebrar a cara, como eu já cansei de quebrar. Mas é uma coisa que eu quero tentar e tentar de novo e de novo. Vou tentar de tudo, nem que seja só uma vez. Essa é meio que uma nova filosofia minha (e outra coisa da qual posso falar melhor em outro post. Hahaha).

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Bom, é isso. Relendo o texto, notei que ficou com várias pontas sem nó. Hahaha! Nem esperava que fosse ter tantas ideias de posts que nem iam caber aqui. Espero que o texto não tenha ficado confuso pra vocês :S

Se for contar o tanto de vezes que eu repeti a palavra "sinceridade" ou semelhante, acho que dá pra chegar bem longe. :p Espero que isso não tenha deixado o texto cansativo...

Acho que não tenho mais nenhum comentário a adicionar.

Beijitos e abraçóns (portuñol mode on)

Fui!

domingo, 10 de fevereiro de 2013

Visual novo

Então, galeras... eu estou mudando o layout do blog. Estou numa fase de testes, não sei direito como quero que ele fique ainda, só sei que quero mudar. Assim como minha vida deu uma mudada substancial, acho que mudar o visual do blog pode ser uma forma de representar isso. Mas aviso que por enquanto o visual ficará assim, meio flutuante.

E, como eu sou meio (bem) apegado ao passado, deixo aqui a lembrança do primeiro layout do AotA, que ficou por tão pouquinho tempo!


Beijos, abraços e até a próxima!

Fui!

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Coisas da Vida: In Love (As Viradas de Mesa - Parte II de II)

Clique aqui para a parte I

E eu achando que ia ficar sozinho para sempre. Eu tava voltando pra fase de achar que eu tinha sido feito pra ficar sozinho. E que o fantasma do Fred iria me perseguir pra sempre. Sério mesmo.

I've got to admit it's getting better, a little better all the time!

Hoje eu vejo que não era nem porque eu ainda gostava dele, eu acho que já passei dessa fase, finalmente. Mas é que eu inconscientemente jogava todas as minhas frustrações em cima dele e vê-lo sempre tão feliz e se dando bem na vida me indignava porque, no fundo, eu achava que ele devia estar sofrendo por mim também. Olha só que doidera! Isso nem faz sentido, se você for parar pra pensar. Mas a gente não controla o que sente e muitas vezes nem o que pensa.

Não sei se eu ia conseguir superar isso tão cedo. Eu já estava quase totalmente bem comigo mesmo, mas ainda tinha essa cicatriz e, sempre que tocava nela, doía mais do que qualquer outra coisa. Era quase como se a ferida estivesse ainda aberta. Eu me pergunto se eu iria conseguir me livrar disso

Mas acontece que, por umas coincidências curiosas ou acaso do destino, há algumas semanas eu acabei conhecendo o Alexandre. No início, foi só pela internet. A gente começou trocando alguns e-mails despretensiosos, até que, quando nos demos conta, não conseguíamos parar de trocar mensagens no whatsapp e se falar no telefone.

Eu demoro muito a me apegar às pessoas. Mas, por algum motivo esquisito e desconhecido, as coisas rolaram numa velocidade incrível com o Alê. Ele é muito inteligente, tem uma cabeça muito legal e um papo muito bacana. É muito carinhoso e atencioso. Além disso, é bem bonito também! Ele tem um encanto tão especial que faz eu me sentir como o mais especial dos homens. Quando a gente se encontrou pessoalmente pela primeira vez, rolou uma química sensacional, indescritível. Dá arrepios só de lembrar.

Enfim... posso dizer que eu estou muito, muito feliz atualmente. As coisas parecem estar caminhando de verdade! Tanto os estudos, como a vida profissional, eu vejo um futuro lá na frente. E a vida sentimental tá excelente por agora. E eu acho que se de alguma forma eu não tivesse passado por tudo aquilo que eu passei, muito do que acontece hoje não teria chance de acontecer. Tudo foi uma forma de construção. Os eventos se abrindo e se encontrando num capricho que antes eu pensava que o destino só fazia para me prejudicar. Hoje eu sei que existe aquela chance que as coisas dêem certo. É só não desistir. Nunca.

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Pois é, senhores (tem alguma senhora ou senhorita que lê este blog?). Como podem ver, estou muito contente! Desculpem pela demora para escrever este texto. Eu devia ter postado na quarta, mas acabei me enrolando. Antes tarde do que nunca!

Abraços bem fortes e cheios de esperança para todos!

Até a próxima!